ParemioRomParemiologia romànica: refranys meteorològics i territori
portuguès
Arco-celeste à tarde, noite regada
Arco-celeste à tarde, noite serena
Arco-da-velha / Chuva na terra
Arco-da-velha à tarde água no vale
Arco-da-velha de manhã / Não vem cá em vão / Arco-da-velha de tarde / Não vem cá em balde
Arco-da-velha de tarde / Não vem debalde. / Arco-da-velha de manhã, / À tarde diz a que vem
Arco-da-velha por água espera
Arco-íris contra a serra, chuva na terra; arco-íris contra o mar, tira os bois e põe-te a lavrar
Ares que limpam de noite e mulher d'outrem, não há que fiar
Ares sarrabulhentos, dão chuva ou vento
Arrebóis ao anoitecer, água ou vento ao amanhecer
Arrebóis de manhã trazem água à noite; [/] arrebóis à noite, sol de manhã
As águas da Ascensão, das palhinhas fazem grão
As nuvens da serra para o mar, prende os bois e vai trabalhar
Assim como vires o tempo de Santa Luzia ao Natal, assim estará o ano mês a mês até final
Até ao Natal, bem ou mal: do Natal em diente, a barriga o sente
Até ao S. João, sempre de gabão[,] e do S. João «em diente» gabão sempre
Aurora amarela, tempestade com grandes ventos
Aurora ruiva[,] ou vento ou chuva
Barómetro a descer com suavidade, traz vento ou tempestade