ParemioRomParemiologia romànica: refranys meteorològics i territori
La Ngannelóre o che néveche o ce chióve, mèzza vernéte è assute fóre: ou arrespuste la vècchia arraggéte: fra ce ne nvéne la Nnunziéte; arrespónne lu Curpe de Criste: pe jèsse cchiù ssecure quanne aièssene li meteture
Marze, abbrile e mmage sònne i trè nemiche de l'óme
Tutti li Sante, la néve infante
Seréne de virne e trotte de mula vècchie fanne na premére de poca cunta
Quanne lu mére ce lagne, la tèrre ci-abbagne; quanne lu mére rusce la tèrre ci-abbruce
Quando o tição funga, ou vento ou chuva
Num volver de olhos, ao mau tempo volta-lhe o capelo
Ao mau tempo volta-lhe o capelo
Se um trovão solto no céu reboa, [/] Temporal violento nos apregoa
Ares sarrabulhentos, dão chuva ou vento
Maio maiola, o mês que te rebola
Maio jardineiro enche o celeiro
Maio alaga a fonte e passa a ponte
Março marceja; pela manhã chove e à tarde calmeja
Soão brabo, [/] Morte no cabo
Maio frio, Junho quente, bom pão, vinho valente
Se o inverno não erra caminho, tê-lo-ás pelo S. Martinho
A Fevereiro e ao rapaz perdoa tudo quanto faz, se Fevereiro não for secalhão e o rapaz ladrão
Fraco é o Maio que não rompe uma croça
Agosto seca as fontes, e Setembro os montes