ParemioRomParemiologia romànica: refranys meteorològics i territori
Provérbios portugueses
Neve que em Fevereiro cai das serras[,] poupa um carro de estrume para as vossas terras
Vai-te embora, Fevereiro, que me não deixaste nenhum cordeiro
Água de Março[,] quanta o gato molhe o rabo
Em Março, chove cada dia um pedaço
Mais vale uma chuvada entre Março e Abril do que o carro, os bois, a canga e o canzil
Quanto vale o carro e o carril? Tanto como a chuva entre Março e Abril
Se não chove entre Março e Abril, venderá El-rei o carro e o carril
Tempo de cuco, um pouco molhado, um pouco enxuto
Dia de Março, dia de três ventos
Em tempo de cuco, pela manhã molhado e à noite enxuto
Entre Março e Abril, o cuco há-de vir
Entre Março e Abril, se o cuco não vier, está a fim do mundo para vir
Em Março, [/] Queimou a velha o maço
Março ventoso, Abril chuvoso, de bom colmeal farão astroso
Março queima a dama no paço
Março virado de rabo é pior que o diabo
Quando Março sai ventoso [/] O Abril sai-nos chuvoso
Quando troveja em Março[,] aparelha os cubos e o baraço
A água que no Verão há-de regar, em Abril há-de ficar
É próprio do mês de Abril as águas serem às mil