ParemioRomParemiologia romànica: refranys meteorològics i territori
Provérbios portugueses
A água de Janeiro mata o onzeneiro
A água de Janeiro todo o ano tem concerto
A água de Janeiro, vale dinheiro
A água de trovão, cala até ao chão
A água do nevão dá pão; a do trovão em parte dá, em parte não
A água que no Verão há-de regar, em Abril há-de ficar
A carranca é mãe do cuco, vem ao princípio de Abril e diz ao Maio que seu filho está para vir
A chuva não quebra osso
A copa da árvore é tecto de quem não tem quer que seja, mas fugi dela quando troveja
À erva ruim não seca a geada
A Fevereiro e ao rapaz perdoa tudo quanto faz, se Fevereiro não for secalhão e o rapaz ladrão
A figueira quer pé na água e cabeça ao sol
A ignorância e o vento são do maior atrevimento
A lua não é como pinta mas como quinta
A lua[,] como pinta, quinta; se ao sexto não despinta, assim vai até aos trinta
A lua[,] como quinta[,] assim trinta
A navio roto todos os ventos são contrários
A nuvem passa e a chuva fica
À rola e ao pardal, não engana o temporal
A ti chova todo o ano e a mim Abril e Maio